A Aglomeração
Estatística e a Potência da Queda da Flecha
Podemos ver apenas olhando, porém sem
ter certeza absoluta de onde se situam os dois pares (dois arcos e dois
ladrões: veja neste Livro 146 Os Ladrões
e os Arcos). Se houver na memória de máquina programa com as montanhas
existentes, suas alturas e volumes, e aglomerarmos tudo isso com auxílio da
matemática-estatística, teremos certeza, pois a estatística fará aparecer
justamente os quatro elementos (e daí o centro, onde ficava a páleo-lagoa e
fica ainda a lagoa, se subsistiu).
FAZENDO
O TESTE NO GIGANTE AMERICANO
– aqui deve estar o gigante das Rochosas e ele será achado sem forçamento, sem
acomodação)
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SEQUÊNCIA
1. Medir todas as alturas, larguras e
profundidades, quer dizer, alturas e volumes;
2. Colocar o programa para girar apenas
fornecendo esses dados;
3. Verificar se ele fornece os quatro
elementos (segundo as proximidades dos montes, claro);
4. Buscar o centro do panelão;
5. Neste correlacionar suas alturas com a
média das bordas do panelão, aplicando então um multiplicador nestas e um
redutor no centro;
6. Observar o resultado geral em
computação gráfica.
Além disso, com os volumes levantados
da crosta se poderá avaliar a potência da queda da flecha (cometa ou meteorito),
tendo um metro qualquer que se estude com afinco e precisão. Mais ainda, se
poderá calcular o ângulo de incidência a partir da posição relativa dos ladrões
e dos arcos.
ARCOS E LADRÕES (o arco-de-frente em cima e o
arco-de-ré embaixo)
Ladrões atravessados, na perpendicular dos
arcos
Conforme os ladrões se situem mais
perto ou mais longe do centro a inclinação estará mais perto ou mais distante
de 90º; nos casos em que se situe perto de 0º a queda terá sido rasante e um
grande arco (do tipo do Caparaó, no Espírito Santo) se formará à frente – neste
caso os dois ladrões estarão bem para trás ou até coincidirão com o arco-de-ré
e aí se tiver havido lago pode acontecer de o rio se formar na retaguarda,
saindo pelo que seria o arco-de-ré. É questão de testar no Caparaó.
Em resumo, tendo os dados, o programa
matemático de aglomeração estatística e a máquina com que rodar, veremos surgir
as crateras sem qualquer resquício de dúvida quanto a identificação. E teremos
a potência de queda, a energia gerada que irá (se houver petróleo em baixo)
gerar as placas de diamantes.
Vitória, sábado, 03
de dezembro de 2005.
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