Os
Caminhos Deles
Frank Sinatra foi um que disse “fiz tudo que
quis”.
FOTOGRAFEI
VOCÊS NA MINHA ROLEFLEX
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Elvis Presley.
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Frank Sinatra.
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Elvis Aaron Presley, 1935-1977, apenas 42
anos entre datas. A versão dele foi lançada em 1971, a seis anos de morrer.
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Francis Albert Sinatra, 1915-1998, 83 anos
entre datas. Sinatra lançou a sua em 1968, a 30 anos da morte.
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Elvis, particularmente, começou como cantor
gospel, aparentemente seguidor de Jesus, mas morreu gordo e empapuçado de
drogas. Sinatra, íntimo dos mafiosos, parece ter mandado a Máfia quebrar as
pernas de um desafeto. Ambos extraordinários cantores, ambos disseram que
fizeram o que quiseram e cantaram a música, My Way, meu caminho,
acho.
O CAMINHO
DELES
(My
Way, tradução de Internet)
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E
agora que o final está próximo
Então eu encaro a cortina final Meu amigo, vou dizer claramente Vou relatar meu caso, tenha certeza Eu vivi uma vida que foi cheia Viajei por cada uma e por todas as estradas E mais, mais que isso Eu fiz do meu jeito. Arrependimentos, tenho poucos Mas então, de novo, Poucos demais para mencionar Fiz o que tinha de fazer E fui até o fim, sem exceção Planejei cada curso projetado Cada passo cuidadoso do percurso Oh, e mais, muito mais que isso Eu fiz do meu jeito. Sim, houve vezes, eu sei que você sabe Que abocanhei mais do que podia mastigar Mas apesar de tudo quando havia dúvida Eu comia e cuspia Enfrentei tudo e me mantive no alto E fiz do meu jeito Eu amei, eu ri e chorei Tive minhas falhas, minha parte perdida E agora as lágrimas cessaram E acho tudo tão incrível Pensar que fiz tudo isso E posso dizer sem me acanhar Oh, não, eu não Eu fiz do meu jeito. O que é um homem, o que ele tem Se não for a si mesmo, então ele não tem Que dizer as palavras que sente E sim as palavras que ele exprime O registro mostra que tomei fôlego E fiz do meu jeito O registro mostra que tomei fôlego E fiz do meu jeito |
And now the end is near
So I face the final curtain My friend, I'll say it clear I'll state my case of which I'm certain I've lived a life that's full I've traveled each and every highway And more, much more than this I did it my way Regrets, I've had a few But then again, too few to mention I did what I had to do And saw it through without exception I planned each charted course Each careful step along the byway Oh, and more, much more than this I did it my way Yes, there were times, I'm sure you know When I bit off more than I could chew But through it all when there was doubt I ate it up and spit it out I faced it all and I stood tall And did it my way I've loved, I've laughed and cried I've had my fails, my share of losing And now as tears subside I find it all so amusing To think I did all that And may I say, not in a shy way Oh, no, no not me I did it my way For what is a man, what has he got If not himself, then he has not To say the words he truly feels And not the words he would reveal The record shows I took the blows And did it my way The record shows I took the blows And did it my way |
My Way
Origem: Wikipédia, a
enciclopédia livre.
My Way (Claude François/Jacques
Revaux/Paul Anka) é o título em inglês da canção
francesa
Comme d'habitude, que foi lançada pela
primeira vez pelo autor, Claude François[1], em 1967, na França. Em 1968, Frank
Sinatra[2] lançou sua versão em língua inglesa, adaptada por Paul Anka
e que virou um de seus maiores clássicos. É uma das músicas populares mais
gravadas da história.
A
versão em inglês manteve somente a melodia, pois o texto é completamente
diferente da versão francesa original. A versão inglesa em resumo, conta a
história de um único homem que tem a convicção de ter "trilhado seu
caminho" conforme sua própria vontade após uma longa vida. Já a versão
francesa canta a história, provavelmente na perspectiva masculina, de um
casal que vive um relacionamento que já deixou de ser entusiástico e possui
uma rotina fria, como se pode ver, como exemplo, nos versos selecionados
abaixo:
Je me
lève (Eu me levanto)...
Ma main / Caresse tes cheveux (Minha mão acaricia seus cabelos) Mais toi / Tu me tournes le dos / Comme d'habitude (Mas tu me viras as costas como de costume)... Sans bruit / Je quitte la maison (Silenciosamente eu saio de casa)... Moi je reviendrai / Comme d'habitude (Como de costume eu voltarei)... Tu seras sortie (Tu terás saído)... Tout seul / J'irai me coucher (sozinho eu irei me deitar)... Tu rentreras / Comme d'habitude (Tu voltarás, como de costume)... Tu te déshabilleras / Oui comme d'habitude / Tu te coucheras ( Você se despirá, como de costume, e se deitará) On s'embrassera / Comme d'habitude (Nos beijaremos, como de costume) Comme d'habitude / On fera semblant (Como de costume, vamos fingir). A versão de estúdio de Elvis Presley foi gravada em junho de 1971 e lançada só em 1995 no disco "Walk A Mile In My Shoes". Existem as versões ao vivo do show do Hawaii que foi lançada no disco ao vivo em 1973 denominado Aloha from Hawaii e outra lançada em 1977 em um compacto simples com America The Beautiful no "lado B", não se esquecendo da versão do disco Elvis in Concert, uma versão ao vivo de 1977[3].
O
cantor e compositor Marcelo Nova regravou a musica My Way em uma versão
brasileira em 1986
no album Viva da banda Camisa de Vênus
O grupo
musical Gipsy Kings(em português os Reis Ciganos) com
influência de música característica da cultura da etnia romani (cigana),
gravou uma versão deste tema em castelhano a qual foi inserido no album
intitulado Gispsy
Kings em 1987.
Em 16 de
julho de 1994,
no show realizado no Dodge Stadium de Los
Angeles, Os Três Tenores[4] Luciano Pavarotti, Plácido Domingo e José
Carreras gravam My Way, estando Frank Sinatra na platéia. No filme
do grupo de punk rock inglês Sex
Pistols, The Great Rock'n'Roll Swindle, de 1980, o baixista da
banda, Sid
Vicious, canta uma versão da música.
Em 14
de setembro de 2012 foi lançado o filme de origem francesa intitulado My Way,
o Mito Além da Música, dirigido por Florent Emilio Siri, que conta a vida de
Claude François, coautor da versão original composta em 1967 [5].
A minha
vida - My Way Ao vivo - Chitãozinho e Xororó. Gravado em 1992, com regência
do maestro Eduardo Lages. Imortalizada por Frank Sinatra e Elvis Presley, em
uma versão emocionante Existe, no entanto, milhões de brasileiros que
suspeitam que a versão nacional, gemida em dueto, visava simplesmente tornar
a melodia intragável.
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Pessoas espetaculares enquanto cantores, mas
que decidiram fazer o que quisessem, ultrapassando limites.
A soma das duas vidas dá média de 62,5 anos.
É pouca a eternidade na Terra.
Não sei se há vida imersa em Deus (“vida após
a morte”), mas provei que Deus É – agora, se ele absorve alguns ou não, não
saberia dizer, ele é O Oculto. Não sei se há alma, vimos os condicionantes: que
é, se é, um gravador de Deus. Quem poderia dizer que é melhor do que os dois
foram?
Só fica a desolação.
Vitória, domingo, 23 de outubro de 2016.
GAVA.

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