sábado, 22 de outubro de 2016


O Negativo de 53

 

Tenho atacado o que considero o lado errado da Grã-Bretanha, em nome da permanência do que imagino positivo. Escrevi vários artigos sobre isso. Chamei atenção para o fato inelutável de que - com todos os supostos erros - ela ainda foi capaz de construir a Comunidade Britânica de Nações, Riqueza Comum, Commonwealth.

OS OUTROS NÃO CONSEGUIRAM MANTER A UNIDADE

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Mesmo sendo país extraordinário, Portugal não conseguiu, o que existe é a Comunidade Lusófona, iniciativa de fora para dentro.
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Há os falantes de espanhol-castelhano nos EUA: nem sei se a Espanha tem uma comunidade de fala.
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França no mundo, principalmente ilhas.
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Alemanha na África.
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Jogos da CBB, fazem até hoje, 53 nações (inclusive Moçambique), é quase um campeonato mundial.
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Como venho dizendo, algo eles têm de bom, porque mesmo despois de independentes as antigas colônias, elas continuam com a Metrópole: o Canadá e a Austrália continuam a ter a atual rainha como sendo a deles.

Agora vem a pergunta: qual é o lado ruim, negativo dos 53, o menos 53, -53? Faz todo sentido levantar os podres, porque o que sobrar é o lado positivo, sobre o qual se escreverá a metade final do livro.

Essa capacidade da GB de costurar unidade é impressionante!

Evidentemente, a GB praticou horrores, apoiados em teorias pérfidas dos imperialistas de lá.

Contudo, com tudo, fica o exemplo, que louvo.

Parabéns por essa parte.

Vitória, sábado, 22 de outubro de 2016.

GAVA.

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