O
Negativo de 53
Tenho atacado o que considero o lado errado
da Grã-Bretanha, em nome da permanência do que imagino positivo. Escrevi vários
artigos sobre isso. Chamei atenção para o fato inelutável de que - com todos os
supostos erros - ela ainda foi capaz de construir a Comunidade Britânica de
Nações, Riqueza Comum, Commonwealth.
OS
OUTROS NÃO CONSEGUIRAM MANTER A UNIDADE
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Mesmo sendo país extraordinário, Portugal
não conseguiu, o que existe é a Comunidade Lusófona, iniciativa de fora para
dentro.
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Há os falantes de espanhol-castelhano nos
EUA: nem sei se a Espanha tem uma comunidade de fala.
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França no mundo, principalmente ilhas.
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Alemanha na África.
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Jogos da CBB, fazem até hoje, 53 nações (inclusive Moçambique), é quase
um campeonato mundial.
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Como venho dizendo, algo eles têm de bom,
porque mesmo despois de independentes as antigas colônias, elas continuam com a
Metrópole: o Canadá e a Austrália continuam a ter a atual rainha como sendo a
deles.
Agora vem a pergunta: qual é o lado ruim,
negativo dos 53, o menos 53, -53? Faz todo sentido levantar os podres, porque o
que sobrar é o lado positivo, sobre o qual se escreverá a metade final do
livro.
Essa capacidade da GB de costurar unidade é
impressionante!
Evidentemente, a GB praticou horrores,
apoiados em teorias pérfidas dos imperialistas de lá.
Contudo, com tudo, fica o exemplo, que louvo.
Parabéns por essa parte.
Vitória, sábado, 22 de outubro de 2016.
GAVA.






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