terça-feira, 25 de outubro de 2016


Olhando o Temporal de Mil Anos e as Enchentes do Dilúvio Universal

 

Como todo mundo sabe, a chuva de um dia já é amolação bastante aguda, nós gostamos do Sol, embora compreendamos que a água de chuva é fundamental para o campo, os rios, os lagos e tudo mais, o ciclo da água é absolutamente fantástico. Aguentar uma semana de chuva a gente aguenta, com certo aborrecimento, um mês já é de lascar.

Agora imagine o que seria temporal de – 15 mil a – 12 mil anos, aquilo que chamei de “chover mil anos”. Claro, em algum momento parava, nada dura eternamente (exceto Deus, que É de sempre para sempre). Com toda certeza caiu flecha (meteorito ou cometa) para fornecer energia de ativação do fim da glaciação de Wisconsin/Wurm, é preciso encontrá-la.

A Terra toda esquentou muito (caindo no solo, a flecha ativa os vulcões, produz abalo, sonido e poucas ondas; caindo no mar, além de altíssimas ondas/tsunamis diretos, maremotos com tsunamis indiretos provocados por eles, explosão de vulcões, rachamento da crosta com aborbulhamento do manto, etc., muito pior), não ficou bonito, de jeito nenhum – pense no gradiente de temperatura, entre a média fria anterior e a média quente posterior, diferença de 20 a 30º, as pessoas passaram a viver num inferno quente (do frio extremo para o extremo calor) e migraram do trópico-temperado para as temperadas Norte e Sul, que reapareceram com o esquentamento.

A água caía, encontrava o solo quente, subia de novo, caía novamente, o ciclo foi muito intensificado, embora menos nas temperadas – o que ensejou essa ampla migração, com as pessoas resistindo porque na tropical-temperada estavam suas construções e modos de vida. E a todas estas, os oceanos subindo continuamente, século após século. Deve ter sido alvoroço tremendo, 100 gerações de 30 anos, 3,0 mil anos, tempo longuíssimo para as vidas de 25 anos de então.

Pura loucura.

Gostaria de poder ver em computação gráfica ou modelação computacional ou visão direta.

Que vidas!

Nunca mais conhecemos condições assim tão rigorosas.

É AGORA OU NUNCA (canta Elvis, foi faixa mais significativa para a humanidade) – tirado de Nomenclatura de W...

W
Antes, durante e depois: causas, duração e consequências, tratamento disso com a Terra inteira, W perante todas as glaciações que vem de 2,0 milhões de anos ou mais, 600 milhões de anos, com as bolas de fogo e as bolas de gelo.
[W]
Exclusivamente a faixa de – 115 a – 15 de agora, 100 mil anos.
[W
Sem contar para trás, ver a faixa e as consequências, o que W efetivamente nos trouxe de novo.
W]
Até chegar à faixa de – 15 a – 12, o dilúvio real, os três mil anos cruciais e a “chuva de mil anos”.
[
A interface de estabelecimento, os eventos que estabeleceram W.
]
As causas do dilúvio real (a queda da flecha – cometa ou meteorito, ela precisa ser achada, é a inventora do mundo atual).

TWIST AGAIN (torção de novo, mas só na imaginação)

]
- 15 A - 12
HOJE
Começo das torrentes.
Temporal de 3,0 mil anos (coloquei mil, ninguém sabe, só irão saber quando pesquisarem os restos, devem estar nas camadas de aluvião).
Este mundo agradável de agora só tem 12 mil anos ou menos.

Foram valentes, mais do que conseguiremos saber algum dia. Devem ter sobrado bem poucos, um tiquinho, acredito que tão poucos que durante um tempo, logo depois, eles não brigavam entre si, até aparecer Jericó há 12 mil anos. Se não conflitavam, não devem existir esqueletos estraçalhados nessa faixa.

Vitória, terça-feira, 25 de outubro de 2016.

GAVA.

Nenhum comentário:

Postar um comentário