Mimos
Veja Mimosas,
onde tratei daqueles que são atingidos por favores de todo tipo, levando em
geral à ruína, porque raramente há sabedoria em aproveitar e menos ainda
gratidão. Frequentemente essa tentação de mimar (o verbo é flexionado em tempo,
pessoas, número, voz e modo, conjugado amplamente pela racionalidade), de
oferecer superconfortos, estraga as P/A.
MIMOS
PESSOAMBIENTAIS
|
SUPEROFERTAS
AMBIENTAIS.
|
Superbenesses mundiais (a ONU, pendida à
esquerda, quer de todo modo atender ao queremismo com supercomplacências).
|
|
Superoferendas nacionais (inclusive
benefícios fiscais, a chamada Bolsa Empresário em que os governos “dão de
graça” o que não é deles).
|
|
|
Supermelhoramentos estaduais.
|
|
|
Superbenfeitorias urbano-municipais.
|
|
|
SUPERDÁDIVAS
PESSOAIS.
|
Superacréscimos (sonegação, proteção pelas
leis, proteção de mercado cativo, benefícios fiscais das guerras fiscais para
dar o que é nosso; terraplenagem, água, telefonia, estradas nos Centros
Industriais) às empresas.
|
|
Superfacilidades para os grupos (por exemplo,
a chamada Bancada da Chupeta do PT no Senado e na Câmara de Deputados
Federal, enquanto o PT esteve no poder por 13 anos no Brasil).
|
|
|
Super benefícios familiares (mamães
superacarinham os garotinhos).
|
|
|
Superdengos individuais (comidas, bebidas,
temperos, pastas e todas as 26 tecnartes).
|
Não sendo preferência indecente, os socos da
vida enrijecem nosso corpomente, ao passo que dar muleta a pessoa sã entorta
sua perna e a torna dependente. Como já vimos, o ódio sozinho - na competição
pela sobrevivência do mais apto - leva à morte e à extinção, mas o excesso descuidado
de amor também causa danos.
GERAÇÃO
FRALDA E CHUPETA
(meu filho que falou, serve de exemplo)
Com o excesso de conhecimentos, de poder, de
riqueza, de liberdades, o Ocidente criou uma enormidade de denguinhos: primeiro
a farra, depois o pagamento, a soma é zero.
Em seu livro Falsa Economia (Uma
surpreendente história econômica do mundo), Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2010
(sobre original de 2009), o autor Alan Beattie conta (página 103) da chamada “doença
holandesa”, quando em terra descobriram gás naquele país em meados dos 1970, as
vendas inundando a Holanda de dólares, francos, marcos, ienes. O mercado de
tulipas afundou, os holandeses não queriam mais trabalhar, o país encheu-se de
desempregados sustentados, a malandragem cresceu. Há no livro muitos exemplos
das ruínas trazidas pela “boa vida”, compra e leia.
Em resumo, os mimos são ruinosos.
As pessoambientes adoecem quando não precisam
se esforçar para ter, não esquecendo que é outro o caso quando as P/A estão
temporariamente debilitadas, necessitando de socorro TRANSITÓRIO.
Vitória, sexta-feira, 21 de outubro de 2016.
GAVA.


Nenhum comentário:
Postar um comentário