A
Questão da Água
Faz muito tempo que venho acompanhando,
fazendo as perguntas da água (que é só um dos seis elementos da bandeira
elementar: ar, água, terra-solo, fogo-energia, no centro a Vida, no centro do
centro a Psicologia – porisso uso a bandeira do Brasil, que é bem
representativa), só não tinha parado para tentar uma abordagem completa.
COMPLETABORDAGEM (é só uma tentativa,
certamente existe gente muito mais competente que eu no mundo)
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A água enquanto molécula é extraordinária
mesmo, só isso divertiria crianças e adultos, não sei porque perdem tempo.
Tem propriedades inacreditáveis.
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A presença de água no universo.
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O Povo Online
Marte, rio seco.
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Água no sistema solar (diziam que só
existia na Terra, os cientistas nos enganaram: as avaliações só começaram, li
que Netuno tem nove mil quilômetros – quase o diâmetro da Terra – de profundidade
de água).
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Distribuição da água no planeta: não é que
falte, falta tecnociência.
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Água superficial e na atmosfera, 0,4 %,
4/1.000. Os rios e lagos são pequeníssima porção disso, aqui 1,5 % de 0,6 %
(acima, 0,4 %), 15/1.000 de 6/1.000 = 90/1.000.000, é isso que está
disponível à T/C, que é tecnocientíficamente usável.
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Ciclo da água (nada disso é levado às
crianças, para enquadrá-las quando adultas – tomam-nas por tolas, veja o currículo
atual, só banalidades).
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A mídia (Livro-editoria, Internet, Cinema,
TV, Revista, Jornal, Rádio) não informa INSISTENTEMENTE sobre técnicas de
poupança de água.
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O fornecimento é fortemente subsidiado
pelos governos, assim o povo não sabe quanto custa, por exemplo, em desmonte
de pilhas de energia, uso de energia.
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Os ricos pagam o mesmo que os pobres por
metro cúbico de água tratada; as pessoas não sabem que os alimentos são
amplamente subsidiados em termos de custo da água que usam. Do livro abaixo
citado, página 90: “Porém, a escassez localizada de água ocorre efetivamente,
decido a um amplo grau de distribuição inadequada. Muita água é oferecida
gratuitamente quando, como com recurso escasso compartilhado, ela deveria ter
um preço”.
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Idem, página 92: “Tony Allan, o acadêmico
que inventou o conceito de água virtual ou embutida (...)”. As exportações
brasileiras de água (tirada daqui para servir ao estrangeiro).
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O custo socialmente subsidiado (a
coletividade é mimada e isso não é nada bom).
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21 de jun de 2011 - A mudança deve atingir 13% dos usuários da Cesan. Hoje ... que
gasta até 15 mil litros de água/mês paga R$ 1,93 por cada m3 de
água.
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Há perdas de quase 1/3 da água já tratada,
já paga pelos consumidores (como retratou a seu modo Roberto Garcia Simões,
professor da UFES).
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Há o gasto suntuário, como lavar calçadas,
lavar o carro (deixando a mangueira vazando, como já fiz outrora, uma vez
só), piscinas, etc., a lista é grande.
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Pegada hídrica. Um quilograma de carne
custa enormidade em água.
Por arroba, 15 kg.
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Uns gastam mais que outros, abusam.
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Na página 94 o autor diz que “(...)
enquanto uma tonelada de carne utiliza impressionantes 42.500 m3
de água (...)”. Tomando R$ 2,00 por m3, o custo
do kg de carne seria de 85,0 mil reais (a preços subsidiados de água; no campo
não é tratada, mas gastamos energia).
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A festa irracional.
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Soluções proporcionais (investir mais nas
investigações de quem gasta mais, por exemplo, em irrigação por gotejamento
como em Israel).
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O livro é Falsa Economia (Uma
surpreendente história econômica do mundo), Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2010
(sobre original de 2009), de Alan Beattie.
E há providências:
1.
Os
prédios e as casas podem filtrar e refiltrar continuamente a água, usando-a de
modo distinto do consumo potável, digamos, em máquinas de lavar, lavagem de
calçadas e pisos, e de carros, além de irrigação caseira;
2. Nos 7,5 mil km (vezes
100 km = 750 mil km2, 9 % da área do país) de costas brasileiras a
água do mar em vários percentuais de dessalinização poderia ser usada para
piscinas, calçadas, carros (irrigação, não, as poucas plantas toleram ambiente
salino);
3. No ES a água servida
tratada nos pinicões poderia ser reutilizada nas redondezas, em vez de
despejada no mar;
4. Varrer o mundo em
busca do melhor, cooptando toda solução que leve a poupança (não é por termos
muita água que não iremos poupar, pelo contrário, vejas as secas de São Paulo
desde 2013 e do Espírito Santo em 2016);
5. Estimular a criatividade
dos brasileiros/capixabas em busca de patentes.
A lista é imensa, os governempresas deveriam
estar superempenhados, é um dos elementos fundamentais da Bandeira Elementar.
Vitória, sábado, 22 de outubro de 2016.
GAVA.


















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