domingo, 23 de outubro de 2016


A Guerra dos Drones

 

Começou fraquinha, brincadeira de criança, aqueles aviõezinhos tipo helicóptero, que mal levantavam a si mesmos, era uma beleza.

PRIMEIROS DRONES

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Pretérito.
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Futuro do pretérito.

DRONES DE BRINQUEDO

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Busca e virulência.
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Letalidade na maleta.
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Revolver-drone de garoto americano disparando.
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Esse já pode carregar metralhadora.

DRONES DE GUERRA

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Mirando um campo de futebol.
http://ichef.bbci.co.uk/news/ws/624/amz/worldservice/live/assets/images/2015/10/04/151004075226_raf_reaper_drone_624x351_pa_nocredit.jpg
Drone pesado, bomba atômica.
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Um só dos grandes pode levar dois mil dos pequenos drones-bomba.
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Drone orbital português, o perigo ronda a humanidade.

Não havia mais soldados se enfrentando, o que era bom, não morriam pessoas envolvidas diretamente, só as que eram metralhadas pelos drones; e só acabavam os objetos, destruídos depois de tanta labuta, perdia-se a energia de confecção e o trabalho empenhando, mas a matéria poderia ser reaproveitada em certa medida, pois havia também robôs-drones coletores.

Drones eram enviados para vigiar os inimigos jurados, ficavam semanas fotografando os hábitos, pousados numa cornija, como naquele caso no Parque Central de Nova Iorque, ficou ali mês e meio, fez estatísticas de aparecimento na janela, quem visitava, que horas, melhor ângulo de tiro, foi uma só, agulha de plástico biodegradável, furo pequeno, ninguém nem saberia se não fosse o acaso.

Agora a tecnociência estava se disseminando por todo o mundo, os árabes da jihad estavam debruçados sobre o problema. Milhões de drones estavam sendo fabricados e então virou zona geral, planetária, a Primeira Guerra dos Drones. Não houve segunda, os poucos humanos restantes que deram esse nome idiota.

Serra, domingo, 07 de fevereiro de 2016.

GAVA.

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