A
Guerra dos Drones
Começou fraquinha, brincadeira de criança,
aqueles aviõezinhos tipo helicóptero, que mal levantavam a si mesmos, era uma
beleza.
PRIMEIROS
DRONES
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Pretérito.
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Futuro do pretérito.
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DRONES
DE BRINQUEDO
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Busca e virulência.
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Letalidade na maleta.
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Revolver-drone de garoto americano
disparando.
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Esse já pode carregar metralhadora.
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DRONES
DE GUERRA
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Mirando um campo de futebol.
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Drone pesado, bomba atômica.
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Um só dos grandes pode levar dois mil dos
pequenos drones-bomba.
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Drone orbital português, o perigo ronda a
humanidade.
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Não havia mais soldados se enfrentando, o que
era bom, não morriam pessoas envolvidas diretamente, só as que eram metralhadas
pelos drones; e só acabavam os objetos, destruídos depois de tanta labuta,
perdia-se a energia de confecção e o trabalho empenhando, mas a matéria poderia
ser reaproveitada em certa medida, pois havia também robôs-drones coletores.
Drones eram enviados para vigiar os inimigos
jurados, ficavam semanas fotografando os hábitos, pousados numa cornija, como
naquele caso no Parque Central de Nova Iorque, ficou ali mês e meio, fez
estatísticas de aparecimento na janela, quem visitava, que horas, melhor ângulo
de tiro, foi uma só, agulha de plástico biodegradável, furo pequeno, ninguém
nem saberia se não fosse o acaso.
Agora a tecnociência estava se disseminando
por todo o mundo, os árabes da jihad estavam debruçados sobre o problema.
Milhões de drones estavam sendo fabricados e então virou zona geral,
planetária, a Primeira Guerra dos Drones. Não houve segunda, os poucos humanos
restantes que deram esse nome idiota.
Serra, domingo, 07 de fevereiro de 2016.
GAVA.









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