A
Computação Gráfica da Queda do Primordial
O Sol se formou há 5,0 bilhões de anos, a
Terra há 4,5 bilhões, a Vida começou há 3,8 bilhões e contando para trás no
relógio de 26 em 26 milhões de anos das quedas dos supergigantes chegamos a
4.004 milhões de anos, 4,0 bilhões de anos, de modo que foi um cometa que
trouxe a água, expulsou o volume que formou a Lua, criou a tempestade de 200
milhões de anos que acabou por principiar esse fenômeno ímpar que é a Vida.
A Terra, como todos os planetas, faziam suas
translações no plano da eclíptica, com seus eixos perpendiculares a ela e foram
os primordiais de cada qual que deu a cada um a inclinação que possui agora.
A
INCLINAÇÃO DOS PLANETAS
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A inclinação de alguns foi violentíssima,
seus primordiais deviam ser gigantes; o de Vênus lhe deu orbitação
retrógrada.
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A
INCLINAÇÃO DA TERRA
O primordial da Terra não foi pequeno, foi
grande, gigante, inclinou quase ¼ do círculo; expulsou o que foi constituir a
Lua, trouxe a água, começou a Vida. No entanto, para tão extraordinário evento
não temos modelação computacional nenhuma ou 4DRV (quadridimensional realidade
virtual) que o valha, permitindo andar dentro dos fenômenos.
1. Como foi a fusão com
o solo e as transferências todas, inclusive energia cinética?
2. Como aconteceu a
tempestade gigante?
3. Como modelou as
terras que se tornaram as emersas?
4. Como a Terra
interagia com a Lua em relação às marés?
5. Como criou as
estações e o que elas ocasionaram?
São coisas interessantíssimas, das quais não
vemos retratos em lugar nenhum, nem em livros, nem em documentários, nem em
revistas tecnocientíficas, nem nada, necas de pitibiribas, nequinhas.
Vitória, terça-feira, 20 de fevereiro de 2018.
GAVA.


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