Futebol Eletrônico
Andei imaginando um (ou vários)
dispositivo (s) colocado (s) no jogador: cabeça, tronco e membros (chuteira,
calção, camisa, o que fosse conveniente); e na bola. Quando a bola se
aproximasse do jogador as posições relativas de uma e outro e de ambos em
relação ao campo seriam demarcadas.
VÁRIAS
UTILIDADES
·
Calcular
quantas vezes cada jogador recebeu corretamente o passe, em quantas foi feliz
na mira, que tipo de jogadas praticou, quanto correu e o resto todo;
·
Conseguir
programas que investiguem as partidas antigas, mesmo que parcialmente;
·
Criar
pari-passu (“a passo igual, simultaneamente” no dicionário Aurélio Século XXI) os bonecos jogando e planejar partidas mais
fidedignas, como as da FIFA em evolução;
·
Estabelecer
novas jogadas agora insuspeitadas;
·
Estudar
áreas, ângulos de visada, linhas de passe para estratégias e táticas;
·
Transformar
o clássico tira-teima (da Globo) em
algo de definitivo, preciso, sem erros:
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·
Muita
coisa que pode ser pensada.
O futebol também pode ser
revolucionado a partir de agora. Ele nem de longe chegou a seu limite, como
vimos pensando Gabriel e eu, com várias alternativas já oferecidas e outras por
colocar no papel.
Vitória, domingo, 25 de junho de 2006.
CAMPO
DE FUTEBOL ELETRÔNICO
(tornado eletrônico, computacional)
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