domingo, 18 de fevereiro de 2018


Futebol Eletrônico

 

Andei imaginando um (ou vários) dispositivo (s) colocado (s) no jogador: cabeça, tronco e membros (chuteira, calção, camisa, o que fosse conveniente); e na bola. Quando a bola se aproximasse do jogador as posições relativas de uma e outro e de ambos em relação ao campo seriam demarcadas.

VÁRIAS UTILIDADES

·       Calcular quantas vezes cada jogador recebeu corretamente o passe, em quantas foi feliz na mira, que tipo de jogadas praticou, quanto correu e o resto todo;

·       Conseguir programas que investiguem as partidas antigas, mesmo que parcialmente;

·       Criar pari-passu (“a passo igual, simultaneamente” no dicionário Aurélio Século XXI) os bonecos jogando e planejar partidas mais fidedignas, como as da FIFA em evolução;

·       Estabelecer novas jogadas agora insuspeitadas;

·       Estudar áreas, ângulos de visada, linhas de passe para estratégias e táticas;

·       Transformar o clássico tira-teima (da Globo) em algo de definitivo, preciso, sem erros:


·       Muita coisa que pode ser pensada.

O futebol também pode ser revolucionado a partir de agora. Ele nem de longe chegou a seu limite, como vimos pensando Gabriel e eu, com várias alternativas já oferecidas e outras por colocar no papel.

Vitória, domingo, 25 de junho de 2006.

 

CAMPO DE FUTEBOL ELETRÔNICO (tornado eletrônico, computacional)

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