Teletrabalho de
Defesa
O conceito de
teletrabalho, embora recente, tornou-se clássico em pouco tempo, porque grande
parte da força de trabalho já o pratica: trabalhar em casa naqueles empregos em
que é possível fazê-lo a partir de computadores e telefones.
No caso de ser
agredido o AMBIENTE (município/cidade, estado, nação ou mundo) deveria
anteriormente, se revidasse, ir até o território inimigo, o que exige desde
logo movimentação das tropas e da logística de apoio - não dava para travar
guerra desde o escritório em casa.
Mas agora se tornou
tudo diferente.
Como eu já disse, os
trens, aviões, submarinos, navios, aviões, tanques, tudo pode ser
miniaturizado, porque o ser humano não precisa estar dentro e, portanto, não é
necessário criar um AMBIENTE HUMANO, um habitáculo humano, uma habitação
volumosa e custosa para abrigar confortavelmente o humano dirigente. Ele pode
estar distante quilômetros ou até milhares de quilômetros, como da Terra
controlaram o robô que passeou na superfície de Marte. Em vez de enviar
milhares e até centenas de milhares de seres humanos centenas e até milhares de
quilômetros para longe de casa, as guerras futuras poderão ser travadas desde o
quarto ou a varanda de casa – claro, nem tanto assim, mas você entendeu a
mensagem.
Na medida em que a
Informática/p.4 e a Cibernética/X4 caminham para se tornar mais e mais
primorosas, a humanidade pode ser livrada de morrer em terras distantes, pode
morrer em casa mesmo (estou brincando – quero mais é que as guerras cessem). A
info-cibernetização da Defesa pode significar um novo caminho de alta
tecnociência e matemática de defesa que os do primeiro e segundo mundos não
detém ainda – portanto, caminho aberto para qualquer um.
Vitória,
quarta-feira, 17 de setembro de 2003.
Nenhum comentário:
Postar um comentário