quinta-feira, 16 de março de 2017


Teletrabalho de Defesa

 

                            O conceito de teletrabalho, embora recente, tornou-se clássico em pouco tempo, porque grande parte da força de trabalho já o pratica: trabalhar em casa naqueles empregos em que é possível fazê-lo a partir de computadores e telefones.

                            No caso de ser agredido o AMBIENTE (município/cidade, estado, nação ou mundo) deveria anteriormente, se revidasse, ir até o território inimigo, o que exige desde logo movimentação das tropas e da logística de apoio - não dava para travar guerra desde o escritório em casa.

                            Mas agora se tornou tudo diferente.

                            Como eu já disse, os trens, aviões, submarinos, navios, aviões, tanques, tudo pode ser miniaturizado, porque o ser humano não precisa estar dentro e, portanto, não é necessário criar um AMBIENTE HUMANO, um habitáculo humano, uma habitação volumosa e custosa para abrigar confortavelmente o humano dirigente. Ele pode estar distante quilômetros ou até milhares de quilômetros, como da Terra controlaram o robô que passeou na superfície de Marte. Em vez de enviar milhares e até centenas de milhares de seres humanos centenas e até milhares de quilômetros para longe de casa, as guerras futuras poderão ser travadas desde o quarto ou a varanda de casa – claro, nem tanto assim, mas você entendeu a mensagem.

                            Na medida em que a Informática/p.4 e a Cibernética/X4 caminham para se tornar mais e mais primorosas, a humanidade pode ser livrada de morrer em terras distantes, pode morrer em casa mesmo (estou brincando – quero mais é que as guerras cessem). A info-cibernetização da Defesa pode significar um novo caminho de alta tecnociência e matemática de defesa que os do primeiro e segundo mundos não detém ainda – portanto, caminho aberto para qualquer um.

                            Vitória, quarta-feira, 17 de setembro de 2003.

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